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Registro de autoridade- Pessoa singular
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Seixas, Antônio Carlos Sigmaringa
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Ribeiro, João de Almeida Barbosa
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Sarmento, Luiz Guedes de Moraes
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Pinto, Heráclito Fontoura Sobral
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Mattos, Norton Esteves Pereira de
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Nova, Maria do Carmo dos Santos Casa
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Mattos, Luiza Theresa Baptista de
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Viana, Cláudio Henrique da Cruz
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Araújo Júnior, João Marcello de
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Santana, Gláucia Maria da Costa
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Tellechea, Maria Cristina Palhares dos Anjos
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Ministério da Justiça e Negócios Interiores
- Instituição Pública
- 1889-1930
Santos, José Augusto Pereira dos
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- 1924-2024
Everardo Moreira Lima, ingressou em 1951 no Ministério Público do Distrito Federal no primeiro concurso. Tomou posse após nomeação pelo então Presidente Getúlio Vargas, político com o qual discordava na época do Estado Novo (1937-1945) quando ainda era um estudante de Direito na UFF.
Estreou com destaque no Júri como Promotor em 1952 e atuou em causas de grande repercussão no II Tribunal do Júri, como o caso do assassinato de Jules Cateysson em 1954.
Everardo acompanhou ativamente a transferência da capital federal do Rio de Janeiro para Brasília, a fundação do Estado da Guanabara em 1960, a fusão do Estado da Guanabara e do Estado do Rio de Janeiro em 1975 e a preparação da Constituição Cidadã de 1988.
Foi o primeiro Promotor Titular da 21ª Vara Criminal, o primeiro presidente da Associação do Ministério Público do novo Estado do Rio de Janeiro (AMPERJ) e o primeiro Membro do Ministério Público a receber o Colar do Mérito Judiciário."
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Antonio José Campos Moreira ingressou no MPRJ em 1987 e, atualmente, é titular da 1ª Procuradoria de Justiça junto à 2ª Câmara Criminal do TJRJ. Também está vinculado ao 1º Grupo de Câmaras Criminais. Ocupou os cargos de procurador-geral de Justiça em exercício, subprocurador-geral de Justiça, assessor-chefe da Assessoria de Assuntos Institucionais, assessor-chefe da Assessoria de Atribuição Originária Criminal, e coordenador da primeira formação do grupo das Centrais de Inquérito (1995/1996), além de chefe de Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça. É professor emérito da Fundação Escola Superior do Ministério Público e professor conferencista da Escola de Magistratura do Rio de Janeiro.
Em sua trajetória, Antonio José atuou nos processos que resultaram na condenação da cúpula do jogo do bicho; com estouro da fortaleza de Castor de Andrade e apreensão de livros de registros de pagamento de propina a políticos, policiais, juízes e promotor; das chacinas da Candelária e de Vigário Geral; além do caso Daniela Perez, todos nos anos 1990. E também na condução da investigação e processo que resultaram na primeira condenação por formação de milícia dos irmãos Natalino Guimarães e Jerominho, deputado e vereador, chefes da milícia “Liga da Justiça“, no início dos anos 2000, entre outros processos relevantes.
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- 1937
David Milech ressalta com jovial sorriso no rosto que é contemporâneo de Noel Rosa, ambos de 1937. Filho de poloneses imigrantes e criado no Méier, foi aluno no antigo cientifico do professor Evanildo Bechara e estudo na Faculdade Nacional de Direito (atual UFRRJ) na época em que a faculdade formava diversas lideranças políticas.
Ingressou no Ministério Público do Antigo Estado da Guanabara no concurso de 1963, quando o primeiro cargo da carreira era de Defensor Público. Teve a companhia de Jacob do Bandolim como escrivão na 11ª Vara Criminal, mas foi na Defensoria de família, na Curadoria de família e Curadoria de órfãos que mais encontrou prazer em exercer as funções ministeriais.
Moura, Marija Yrneh Rodrigues de
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- 1939
Marija Yrneh Rodrigues de Moura nasceu em 11 de janeiro de 1939, em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. Diplomada em música-piano pelo Conservatório Brasileiro de Música em 1957, Marija graduou-se em Direito pela Universidade do Estado da Guanabara, atual UERJ, em 1964. Ingressou no Ministério Público em 1971, com a posse como Defensora Pública do Estado da Guanabara.
Dra. Marija Yrneh foi diretora administrativa da AMPERJ no biênio 1978-1980 e integrou o Conselho Consultivo da associação entre 1986-1988. Na CAMPERJ é reconhecida como uma das sócias fundadoras da entidade, constituída em 1981. Em 1981 foi promovida ao cargo de Procuradora de Justiça, onde passou a atuar diretamente na esfera administrativa institucional. Entre 1988 e 1991 atuou como subcorregedora de Justiça e em 1993 foi nomeada corregedora-geral do MPRJ. Dra. Marija também atuou como subprocuradora-geral de Justiça entre 2005 e 2009.
Aposentou-se em 2009, deixando um admirável legado de pioneirismo e comprometimento com o Ministério Público.
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- 1915 - 1988
João Lopes Esteves nasceu em 2 de julho de 1915 no Estado do Rio de Janeiro. Antes de iniciar na carreira ministerial, atuou no Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional RJ, em 1947, onde permaneceu até 1963. Também exerceu a advocacia no âmbito criminal, e, em 1956, tomou posse como 1º Secretário do Instituto dos Advogados Fluminenses. Foi nomeado Adjunto de Promotor em 1956 e tornou-se Promotor de Justiça no antigo Estado do Rio de Janeiro um ano depois. Atuou em algumas comarcas, como Magé e Teresópolis, mas foi em São Gonçalo que passou mais tempo e onde ocorreram os casos de maior repercussão em sua carreira, como a denúncia do caso do assassinato da atriz e dançarina Luz del Fuego em 1967. Dr. João Lopes Esteves também atuou no combate ao "Esquadrão da Morte" e integrou a “Comissão de Alto Nível”, grupo especial criado para apurar os crimes atribuídos à organização criminosa.
Aposentou-se em 1978 e, em 1984, recebeu o Título de “Honra e Mérito” pela Câmara Municipal de Niterói. João Lopes Esteves faleceu em 13 de setembro de 1988, aos 73 anos.
Schmidt, Elisabeth de Moraes Cassar Junqueira
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- 1950 - 2009
Elisabeth de Moraes Cassar nasceu em 06/04/1950. Formou-se em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), em 1972. Completou o mestrado em Direito Penal pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1980. Ingressou em 1977 no Ministério Público, através do primeiro concurso para instituição após a fusão do estado da Guanabara e do antigo estado do Rio de Janeiro. Em 1994, foi eleita pelos promotores de Justiça para tornar-se membro titular do Conselho Superior do MPRJ e foi escolhida membro do Órgão Especial para o biênio 1997-1999. Elisabeth de Moraes Cassar integrou diversas bancas examinadoras de concurso para ingresso na classe inicial da carreira no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. Aposentou-se em 2006 e, a partir daí, se dedicou ao cargo de subcoordenadora do Centro de Estudos Jurídicos (CEJUR), onde permaneceu até 2009. Elisabeth Cassar faleceu no mesmo ano.